
Vocês devem ter visto ou lido as notícias sobre o rigoroso inverno que vem castigando o Hemisfério Norte neste início de 2010. Que tal descobrir quais as cidades mais frias do mundo? A lista foi realizada pela Skyscanner. E quando pensamos nas cidades mais frias do mundo o que vem à mente: Sibéria? Groelândia? Nada disso…
A listra traz os recordes, as temperaturas mais baixas (fonte : BBC Weather e Mherrera.org), e não a situação atual. Alguém pode me dizer como é que esta gente aguenta viver com estas temperaturas? Eis a nossa top ten:
10) Varsóvia - Polônia ( - 29 °)
09) Nuuk - Groelândia ( - 29,5 °)
07) Tallinn - Estônia ( - 30 °)
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Talvez em breve não seja mais preciso aos brasileiros ter visto para viajar a Rússia. Em novembro do ano passado, o presidente do país, Dimitri Medvedev, assinou acordo com o presidente Lula que deve abolir a necessidade de vistos de turista entre os dois países para estadas de até 90 dias.
Países da região, como Argentina (que assinou acordo em dezembro), Venezuela, Cuba, Peru e Equador já têm acordos semelhantes com Moscou.
O processo atual é complicado e custa de US$ 70 (para um prazo que varia entre um mínimo de dez e um máximo de 20 dias úteis) a US$ 180 (para que o processo seja agilizado e o visto saia na hora).
Fonte: Folha Turismo
Foto: jurvetson / Flickr
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Fundada em meados de 1800, a Galeria Tretyakov, próximo ao Kremlin, em Moscou, abriga a maior e mais importante coleção do mundo de arte russa.
São 150 mil obras, a maioria pinturas, que vão do século 11 até os nossos dias. É um tesouro nacional e um dos museus com maior acervo do mundo.
Estão lá obras de artistas russos famosos, como Chagal (quadro acima), Kandinsky e Malevich. Também chama a atenção um conjunto de obras com temas religiosos da Idade Média.
Fonte: 1.000 Lugares …
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Mirny é uma cidade com cerca 38.000 habitantes que se encontra na Rússia profunda, naquela região genérica e distante que indicamos como Sibéria, definindo com uma só palavra a história, povos e língua entre eles próprios muito diferentes.
Por qual motivo ao mundo 38.000 pessoas habitam em um ângulo tão isolado de mundo? Beh, talvez para trabalhar nas mineiras, quem sabe em uma de diamantes, quem sabe na mineira de diamantes a céu aberto mais larga do mundo, tão larga (1.200 metros de diâmetro no seu ponto mais largo, que se olharmos com google maps parece que estamos olhando para um verme gigante dos desertos de Arrakis. E de diamantes existem tantos, visto que a cidade foi fundada somente em 1959 e hoje possui quase 40.000 habitantes.
O buraco é realmente aterrorizante, talvez mais do que o Glory Hole californiano, mas vou contar também a sua história (lenda metropolitana????) que encontrei na rede, para acrescentar pimenta nas histórias de terror que se possam contar sobre este buraco. Bem, as histórias contam de helicópteros que foram sugados para dentro da mineira, tanto que agora os vôos foram interditados; estranhas correntes ou seres monstruosos?
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Quando, no verão de 2007, foram comunicados os resultados da web-sondagem que deveria individuar as Novas sete maravilhas do mundo, muitos russos ficaram despontados em constatar que nenhum dos monumentos e das atrações da sua grande terra obtiveram lugar na top 7 do planeta.
A resposta russa a este resultado desagradável foi o lançamento de uma nova consulta, sempre via internet, intitulada As sete maravilhas da Rússia, de modo a ter certeza que nenhum lugar estrangeiro pudesse ofuscar as riquezas históricas e paisagísticas da grande nação. Tourist review publicou os resultados da sondagem e a classificação daquela que, segundo cerca 26 milhões de russos, são as principais belezas do próprio país.
Em primeiro lugar está o Lago Baikal, o mais profundo, o mais largo e o mais antigo lago do mundo, patrimônio da Unesco desde 1996. Segue o Vale dos 90 geysers na península de Kamchatka, segunda no mundo em atividade e acessível somente em helicóptero. Em terceiro e quarto lugar estão o monte Elbrus e as 7 Colunas de rocha de Komi. E depois a Realeza de Petergof, a Versailles do norte e a Catedral moscovita de São Basílio. Fecha a lista, e não poderia faltar o chamamento nacionalista, a enorme estátua intitulada A pátria chama, construída em Estalingrado para recordar a grande batalha contra os nazistas que ocorreu durante a II guerra mundial.
Foto | Nice logo
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Em certos países, comportamentos absolutamente normais para nós, brasileiros, podem virar grosseria se feitas em público. Na Coréia do Sul, ninguém assoa o nariz na rua e, no Japão, as pessoas não espirram diante das outras. Em Seul, não tente atravessar avenidas e ruas. Prefira as passagens subterrâneas existentes em todos os cruzamentos. Em lugares como a Suíça, os pedestres que cruzam a rua fora da faixa ou com sinal vermelho são advertidos. No Japão, pega mal falar alto ou gargalhar de uma piada, principalmente para as mulheres. Na Indonésia e Tailândia, casais de namorados não devem se beijar ou trocar carícias na frente dos outros. Para os indianos, ser encarado por estranhos é uma forma de humilhação. Em cidades grandes como Nova York e Paris, os inevitáveis esbarrões devem ser acompanhados de “Excuse me” e “Pardon”.
O círculo feito com o polegar e o dedo indicador, que para nós é gesto obsceno, para os americanos significa o.k. No Japão, quer dizer dinheiro; na França, algo sem valor; na Alemanha, equivale a chamar alguém de idiota e, na Tunísia, é uma ameaça de morte. Na Tailândia e Bulgária, os movimentos de sim e não feitos com a cabeça são invertidos. Na Austrália, fazer o “V” da vitória ou o conhecido gesto positivo com a mão fechada e o polegar para cima quer dizer que você está mandando alguém para aquele lugar indevido. Na Turquia, Romênia, Grécia e em alguns países latinos, a mão em figa tem conotação sexual, enquanto na Polônia, Rússia, Iugoslávia e Bulgária é uma resposta de cunho negativo. O gesto usado para pedir carona vira um convite sexual na região da italiana Sardenha, na Turquia e na Grécia. No Egito, esfregar os dois indicadores em movimentos paralelos é interpretado com segundas intenções.
Nos países árabes, mostrar a sola do sapato ao cruzar as pernas é grosseiro, pois esta é considerada a parte mais suja. Exibir a palma da mão para um grego, com os dedos esticados e abertos é a pior ofensa. Provém do costume bizantino de esfregar sujeira no rosto dos inimigos. Colocar as mãos nos quadris e encarar um mexicano dá a entender que você o está chamando para uma briga. Na Bélgica e na França, não pega bem para um homem ficar em pé, com as mãos nos bolsos, enquanto conversa com alguém. Na Itália, não apalpe as frutas para ver se estão maduras, a menos que queira aprender palavrões.
No Japão, esqueça algumas recomendações da sua mãe: coma o macarrão colocando uma extremidade na boca e sugando o resto; tome sopa direto da tigela, sem colher. Coreanos e chineses dividem o mesmo prato central. Tomar a sopa ruidosamente na China é um elogio aos anfitriões. O mesmo vale, nos países árabes, para um arroto após as refeições. Na Índia, Malásia, Egito, Marrocos, Arábia Saudita e Tailândia, use só a mão direita. A esquerda é para a higiene íntima. Na Inglaterra, não “enxugue” o molho com o pão. Ou será confundido com Conan, o Bárbaro. O mesmo pensarão os franceses se você usar palito de dentes.
Confira as gafes mais inimagináveis que podemos cometer em outros países e não se esqueça: respeitando as diferenças, lembre-se que: “When in Rome, do as the Romans do!” (”Quando em Roma, faça como os Romanos”).
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