
Por muito tempo - e talvez estejamos falando de séculos - Amsterdã também foi associada às tulipas, as flores símbolo da Holanda. Proveniente dos jardins do Palácio de Constantinopla, o bulbo foi intriduzido no mercado holandês no começo do século XVII, dando origem a uma verdadeira “tulipa mania” entre os cidadãos de Amsterdã.
Infelizmente, as tulipas estão cada vez mais raras na capital holandesa e assim, para relançar o culto desde maravilhoso bulbo, o Museu Van Loon em parceiria com a International Flower Bulb Centre , o Museu Tulip, a administração municipal e departamento de turismo e o Convention Board, organizaram a primeira edição do “Tulip Days Amsterdam“, evento que deve se tornar anual.
No final de semana de 24 e 25 de abril, o Museu Van Loon e outros museus (entre eles o Museum Willet-Holthuysen, o Bijbels Museum e o Huis Marseille), casas particulares e instituições abrem as suas portas e os seus jardins para celebrar a tulipa em toda a sua glória. Os jardins serão abertos ao público das 10h às 17 h e no Museu Van Loon será possível comprar um “pass” para os dois dias do evento, a 10 euros.
Foto: Flickr
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A listra negra do site Tripadvisor, publicada pela editoria de turismo do jornal italiano Repubblica, merece ser divulgada, justamente para evitar que os turistas desavisados caiam na armadilha que se pode transformar uma reserva em uma das estruturas relacionadas.
A lista traz os dez piores hotéis em termos de limpeza do planeta, aqueles lugares onde ninguém gostaria de passar nem uma noite, quanto mais pagar a conta no dia seguinte. O site dividiu as “espeluncas” de acordo com a localização: os 10 piores na Asia, Canadá, Europa, França, Itália, Reino Unido e Estados Unidos. Você pode chegar todos aqui. Só para dar um gostinho, mostramos os 10 mais sujos do Velho Mundo, torcendo para que você não tenha feito nenhuma reserva em um deles…
1.Grosvenor Hotel, Blackpool, Reino Unido
2.Villaggio Club Porto Ainu, Budoni, Itália
3.Park Hotel, Londres, Reino Unido
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Os apaixonados das duas rodas - aquelas sem motor - vão gostar desta lista preparada pela Msnbc com as dez melhores cidades do mundo para se conhecer andando de bicicleta. Além da morfologia do centro urbano, a escolha levou em consideração as condições ambientais, motivo pelo qual visitar Pequim de bicicleta (nono lugar na lista) é decisamente desaconselhavel.
Em primeiro lugar, encontramos Amsterdã. A Holanda como um todo é amiga dos ciclistas, com uma infinidade de pistas e percursos dedicados às duas rodas. No segundo lugar, Copenhagen onde 32 % da população utiliza as bicicletas para se locomover. Em terceiro, Bogotá, com quilômetros e mais quilômetros de percursos para ciclistas e pedestres. Curitiba, a capital do Paraná, é única cidade brasileira da lista e Montreal, pode ostentar um investimento de mais de 134 milhões de dólares em pistas e itinerários, criando ainda estacionamentos para as bicilietas e sistemas de bike sharing. A americana Portland pode se gabar de 260 milhas de itinerários reservados às bicicletas.
Percorrendo a lista encontramos, além da já citada Pequim, Trondheim na Noruega, Barcelona e Basileia, onde existem ladeiras apenas para os ciclistas mais em forma.
Foto | Flickr
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Inaugurou na última semana, em Portland, Estados Unidos o primeiro café onde o consumo, venda, compra e troca de maconha é livre e legal. Assim como acontece nos famosos coffee shops da Holanda, o Cannabis Café é o primeiro lugar nos EUA onde os usuários da droga podem se reunir e consumi-la sem risco de ter problemas com a polícia: isso se você comprovar que o uso é para fins medicianais.
O G1 publicou uma longa matéria sobre o assunto, inclusive falando que a administração Obama tem colaborado para a tolerância. O governo dos EUA anunciou em outubro que não vai mais reprimir o consumo de maconha para uso médico nos Estados do país nos quais ele é permitido.O bar foi aberto pela Organização Nacional pela Reforma das Leis de Maconha (Norml, da sigla em inglês).
Ainda de acordo com a matéria, o O Cannabis Café é aberto a qualquer residente do estado de Oregon que faça parte do grupo Norml e tenha uma carteira oficial do uso medicinal da maconha.
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Quem é que nunca se deparou com aquelas rodinhas de gente observando algum artista de rua? Hoje falamos de Julian Beever, um artista de Chalk art - arte do giz, capaz de criar cenários surreais em calçadas de todo o mundo. Ele já passou pelo Reino Unido, Bélgica, Franca, Holanda, Alemanha, Austria, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, Austrália e Brasil, colorindo de fantasia pedaços de concreto sem vida. Sobre o seu trabalho, ele declarou:
“Minha arte é para todos. A arte não deve ficar escondida em galerias, bibliotecas e livros. Arte deveria ser para todos e não apenas alguns. O ideal são os dias de sol forte, pois quando chove, significa que eu tive um monte de trabalho para nada. Mas o importante para mim é tirar a foto com o resultado final. Quando isto acontece, o objetivo foi alcançado com sucesso”
Os desenhos são projetados nos mínimos detalhes e executados com cuidado, milímetro por milímetro, num exercício de pura matemática. Cada “obra de arte”, leva em média três dias para ser completada. Nas ruas da China Town de Birmingham, ele desenhou um dragão chinês de nove metros quadrados para festejar o Ano Novo chinês, por exemplo. Confira alguns desenhos do “Pavement Picasso”, no site ainda tem muito mais.
Via: Talk Of a City
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Vai viajar e não tem onde deixar seu peixinho dourado? Isso não é problema para os moradores de Amsterdã, na Holanda. O aeroporto da cidade acaba de abrir o primeiro hotel do mundo especificamente projetado para peixinhos dourados.
O hotel é de uma operadora de turismo, chamada de “D-Travel”, uma das maiores do mercado holandês, e os passageiros que comprarem passagens através da empresa podem usar os serviços do hotel de graça.
Na chegada ao aeroporto, os clientes podem deixar seu peixinho dourado na mesa de check-in específica para os peixes, e ele será colocado no seu próprio tanque.
Fonte: GadLing
Foto: protographer23 | Flickr
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O Museu Van Gogh em Amsterdam é uma visita obrigatória para quem gosta de arte, arquitetura ou quer aprender algo diferente. Ele foi inaugurado em 1973 e possui no acervo mais de 200 pinturas e 500 desenhos do artista e de alguns amigos da mesma época.
Sem contar com a localização, o museu fica numa lindo lugar, o Museumplein, que é o bairro dos museus. O acervo é exposto por seção que é divida em ordem cronológica segundo a vida do artista e podemos acompanhar todas as fases da vida dele inicialmente na Holanda, depois em Paris, Arles, Saint-Rémy e por último em Auvers-sur-Oise. O fato do acervo passar por todos lugares aonde o pintor viveu faz com que seja uma visita muito rica.
Como é um museu famoso, sempre tem uma fila e uma espera. Por isso, saiba que o melhor horário de visita é pela manhã.
A loja dentro do museu é um detalhe a parte, e você poderá sair de lá com uma cópia de quadros como: “Doze girassóis numa jarra,” “A casa amarela”, “Quarto em Arles” ou “Os comedores de batatas”, as cópias são bem legais para colocar em casa ou dar de presente.
As casas flutuantes de Amsterdam como muitos imaginam, não são monumentos para turista ver. Além de ser um espetáculo à parte a quem visita essa cidade de arquitetura particular, as houseboats realmente são funcionais. Existem cerca de 5000 casas barcos em Amsterdam, mas o governo não permite que novas sejam estabelecidas.
Desde casas com estilo contemporâneo, com suas janelas quadradas e revestimento fino; algumas com espaço reservado para receber os amigos na laje para um churrasco no sábado; outras com vaquinhas na laje, de mentirinha, claro, mas talvez fazendo alusão ao estilo de vida que o proprietário tinha antes de encarar sua houseboat e; muitas com lindos jardins.
Veja fotos ampliadas das houseboats, as casas flutuantes de Amsterdam
Atualmente as casas flutuantes são ligadas à rede de água, eletricidade, gás e, claro, de esgoto, ou seja, nada de dar descarga no canal. Mais uma coisa: é obrigatório que tenham aquecimento. E, como entrar na casa flutuante? Isso não é problema, muitas delas tem o portão virado para a rua, sim, um portão comum com um caminhozinho que leva até a porta principal da casa. Mas a maioria mesmo tem uma rampa ou os moradores simplesmente pulam da rua para casa. Prático! Você também pode alugar uma casa flutuante para ter uma experiência bastante interessante e uma visão muito especial de Amsterdam.
Nada melhor que ver as fotos dessas lindas e inusitadas casas. Abaixo deixo uma galeria de fotos que tirei por lá. Divirta-se!
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Visitar Amsterdam não é somente algo maravilhosamente bonito, mas também incrivelmente divertido. Imagina entrar nessa loja especializada em camisinhas. Condomerie é a primeira loja do mundo especializada em camisinhas e iniciou em 1987.
A loja que fica em Amsterdam tem um enorme estoque de preservativos em oferta. A equipe também tem investido uma grande quantidade de tempo e dinheiro na investigação, resultando em um conhecimento profundo do produto. Hoje, o Condomerie tornou-se um conceito, onde as pessoas podem vir para aconselhamento pessoal e obter respostas a todas as suas dúvidas sobre preservativos, seja tamanho, tipo, alergia ou qualquer outra coisa.
Veja as fotos ampliadas da Condomerie: loja especializada em camisinhas
São fotos atuais que tiramos passando por lá esses dias e mostramos alguns tipos de camisinhas. Mesmo para quem não pretende comprar, uma visita vale muito à pena, as camisinhas criativas vão desde estátua da liberdade, capetinhas a cenouras, diversos formatos muito bem humorados.
Fonte e Foto: Arquivo Viajandaun
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Os jardins do Keukenhof Garden, em Amsterdã, na Holanda, possuem mais de sete milhões de flores, formando caminhos perfumados de diversas cores. Este ano, o jardim completa 60 anos, e segue sendo local de inspiração, relaxamento, romance, entre tantas outras coisas que merecem um cenário espetacularmente bonito, como um pedido de casamento.
No site do Jardim, divulga-se que este é o local mais fotografado do mundo. Exagero ou não, se você for para lá, leve alguns filmes extras. Além das flores, são mais de 100 esculturas e outras obras de arte, praças bem cuidadas, moinhos de vento, fontes em formato de flores e lagos em que é possível passear de barco. Dá para criar um álbum de fotos precioso.
No século 15, a área pertencia à Jacqueline de Wittelsbach, Condessa da Holanda. Ela usava as terras para caça, e seus cozinheiros coletavam ervas no local, daí o nome: a palavra holandesa ‘Keukenhof’ quer dizer ‘jardim da cozinha’. O projeto original para o jardim ao redor do castelo foi criado pelo arquiteto Zocher e a primeira exibição de flores foi realizada em 1949.
Com informações do site oficial do Keukenhof Garden.
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