No último post sobre Buenos Aires, a gente deu dicas de hotéis baratos, pontos turísticos e apresentou um roteiro legal para quem curte fazer programas culturais. Agora, vamos falar sobre os roteiros para quem gosta de fazer compras, para quem quer conhecer os restaurantes que servem a Parillada, e dar dicas de lugares legais para quem quer curtir a noite portenha.
Para quem vai pensando nas baladas, uma dica é o Bar El Federal, um dos mais badalados. Para shows e boates, as dicas são o Rumi, que é um restaurante que de madrugada vira boate (Calle Figuero Alcorta) e o Museum, onde tem jantar-show. Esse é bem “da moda”. Outro que ferve é o Niceto Club, que tem música para todos os estilos e fica na Niceto Vega. Se você tem mais de 25 anos e quer um ambiente mais boêmio, vá ao Crobar, em Palermo. Mas saiba que é fundamental estar bem vestido para entrar.
Compras: Para quem curte voltar carregado de quinquilharias e bugigangas, a Calle Benedito Calixto é o lugar certo. Lá tem o Mercado de Palermo, onde você encontra ótimos brechós, lojinhas de artesanato e antiguidades entre milhares de outras coisas. Já para os famosos artigos de couro, a dica é a Calle Murillo. A rua é o paraíso das lojas de couro, onde é possível encontrar casacos e bolsas incríveis por um preço super em conta.
Continuar lendo: Como viajar para Buenos Aires sem gastar muito (Parte 2)
Buenos Aires tem tudo o que faz uma viagem interessante: uma cena cultural fervescente, bons lugares para fazer compras, dezenas de pontos turísticos e um visual incrível. O que muita gente não sabe, é que é possível viajar para a capital argentina sem gastar muito, e ainda assim aproveitar tudo o que a cidade oferece de bom. Como? A gente dá algumas dicas.
Escolha os hotéis com até 3 estrelas. Existem inúmeras opções (veja aqui) e o serviço é tão bom quanto o dos hotéis mais caros. A não ser que você queira mesmo se aventurar e conhecer pessoas, os albergues não valem muito a pena. A diária de qualquer um deles costuma ser a mesma dos hotéis mais baratos.
Para conhecer os famosos pontos turísticos da cidade (Obelisco, Casa Rosada, Cemitério da Recoleta etc.) a gente recomenda dar uma olhadinha nas opções de tours guiados gratuitos oferecidos pela BA Free Tour.
Continuar lendo: Como viajar para Buenos Aires sem gastar muito (Parte 1)

Procurando um lugar para passar as suas férias longe de uma multidão de turistas? Talvez a tecnologia possa te ajudar a escolher o seu destino. Uma dica? Dê uma olhada no mapa que mede o fluxo de turistas ao redor do mundo, desenvolvido por pelo programados Ahti Heinla utilizadno uma mistura de Google Maps e Panoramio.
O mapa te permite de visualizar as cores que mudam de acordo com quantidade de fotos presentes para aquela coordenada no Panoramio. As cores representam um tipo de mapeamento da intensidade turística por área: amarelo intenso é igual a muitos turistas; vermelho médio uma moderada presença, azul muito baixa e cinza, praticamente ausente. No caso do Brasil, para fugir dos turistas basta se enfiar no interior, como mostra a imagem que abre o post.
Claro que não se trata de um sistem infalível mas a idéia não é ruim. Vocês não acham? Experimente aqui
Via | LifeHacker
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Escolher qual a melhor maneira de se chegar ao aeroporto para se fazer a viagem sempre foi um dilema, sobretudo aqueles que se encontram em metrópoles São Paulo e Rio de Janeiro.
Pra se ter uma ideia, numa jornada de táxi partindo da zona oeste de São Paulo até o Aeroporto de Garulhos, você pagará em torno de 150 reais. É mole?!
Mas há uma solução! Vá com seu próprio carro ao aeroporto e deixo-o num estacionamento de longa permanência. Lá, ele será guardado com total segurança. Basta apenas levar a chave contigo, deixar que uma vã do estabelecimento te leve ao aeroporto, pegar o avião e curtir a viagem.
Há seis estacionamentos de longa permanência perto de Garulhos. Pacotes são oferecidos para quem deseja deixar o automóvel no mínimo oito dias e, no máximo, um mês, e o preço varia de 145 a 180 reais. Entre pagar 150 reais de táxi pra ouvir o taxista reclamando do time que levou o gol e pagar 180 pra chegar com o próprio carro, ouvindo a preferida música e ainda guardá-lo a sua espera, é melhor a segunda opção, não acha?
Fonte e foto: Quatro Rodas e Airport Park

Quando o assunto se trata de viagem ao exterior, a imaginação é fértil quanto aos lugares. Porém, sempre tem aquele sujeito estraga prazer que lhe pergunta: “E o passaporte, você já viu?” Mas esse tipo de sujeito é necessário, afinal de contas, as fronteiras estão aí e sempre rigorosas. Por isso, antes de tudo, corra atrás desse valioso documento.
É através do site da Polícia Federal que a viagem começa, e especificamente nas informações gerais e requerimento de passaporte. É lá que você descobrirá que existem dois tipos de passaportes, o comum padrão ICAO, de cor azul, e o modelo antigo padrão não ICAO, de cor verde. Saiba qual é o seu, informe-se a respeito de tudo e depois clique em “emissão do passaporte”.
Nesta página haverá um formulário a ser preenchido com os dados do interessado. Após o preenchimento, digite o código de segurança e clique em confirmar. Clique em “gerar protocolo”, depois “gerar GRU” (guia para pagamento da taxa) e por último em “fechar”.
Pague o boleto, não se esquecendo da data do vencimento, e, depois, munido da documentação necessária, GRU paga e protocolo da solicitação, compareça ao poço da Polícia Federal. Em caso de dúvidas, ligue para o 0800-9782336 ou entre em contato pelo e-mail cau.cti@dpf.gov.br.
Fonte e foto: Folha Online e Embaixada de Portugal no Brasil
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No final de janeiro, chuvas torrenciais na região de Cuzco, no Peru, obrigaram as autoridades a evacuarem muitos turistas (até com helicópteros) e a ferrovia que leva até Machu Picchu, foi interditada. A boa notícia é que há poucos dias, a ferrovia foi reaberta assim como a conexão da localidade com outras da região.
Isso significa que é novamente possível visitar as ruínas de Machu Picchu, até mesmo usando a combinação trem + ônibus, Alguns pontos da estrada ainda estão sob atenta observação pelas autoridades mas a vida turística da região pode quase voltar ao normal.
Para chegar a Machu Picchu se parte de Cuzco com um ônibus. Duas horas depois, se chega a Piscacucho. Da lí, mais 90 minutos de trem até Aguas Calientes e outros 30 minutos até o destino final.
Via: L.A.Times
Foto: Latin America For Less
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Dizer “eu vou ao mercado e volto daqui a pouco!” é costumeiro. Agora, “eu vou ao maior mercado do mundo e seja o que Deus quiser!” é frase de turco pra ser dita em Istambul, mais especificamente no Kapali Çarsi, ou Grande Bazar.
Considerado o maior mercado do mundo, Kapali Çarsi possui cerca de 4 mil lojinhas distribuídas entre ruelas e praças vendendo a torto e a direito tudo o que você imagina. Só pra resumir ao invés de entrar em detalhes, o enorme mercado é o Paraguai da Turquia. Era de se esperar, pois vontade de negociação dos vendedores e a pechincharia por parte dos turistas é o que não falta.
Àqueles que apreciam os temperos, pode dar uma visitada ao setor de especiarias. O mercado é dividido por setores conforme os produtos e lembra muito as típicas feiras brasileiras, barulhentas e lotadas de gente.
Foto e fonte: Drieverywhere e UOL

Por muito tempo - e talvez estejamos falando de séculos - Amsterdã também foi associada às tulipas, as flores símbolo da Holanda. Proveniente dos jardins do Palácio de Constantinopla, o bulbo foi intriduzido no mercado holandês no começo do século XVII, dando origem a uma verdadeira “tulipa mania” entre os cidadãos de Amsterdã.
Infelizmente, as tulipas estão cada vez mais raras na capital holandesa e assim, para relançar o culto desde maravilhoso bulbo, o Museu Van Loon em parceiria com a International Flower Bulb Centre , o Museu Tulip, a administração municipal e departamento de turismo e o Convention Board, organizaram a primeira edição do “Tulip Days Amsterdam“, evento que deve se tornar anual.
No final de semana de 24 e 25 de abril, o Museu Van Loon e outros museus (entre eles o Museum Willet-Holthuysen, o Bijbels Museum e o Huis Marseille), casas particulares e instituições abrem as suas portas e os seus jardins para celebrar a tulipa em toda a sua glória. Os jardins serão abertos ao público das 10h às 17 h e no Museu Van Loon será possível comprar um “pass” para os dois dias do evento, a 10 euros.
Foto: Flickr
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Viajar de carona é sinônimo de nostalgia. É uma mancha da memória quase sumindo igual ao singular barulho dos freios dos caminhões. Mas pegar carona não é somente viajar na poesia concreta de beira de estrada! Então se liga e levante o dedão que o sinal está verde para algumas dicas!
Aliás, a primeira delas é em relação ao inconveniente dedão. Pegar carona na beira da BR é complicado, meu amigo! O mais fácil são os postos de gasolina, e de preferência de manhãzinha, o horário que os caminhoneiros voltam à estrada. Apresente-se a eles, seja simpático, sincero e diga o seu destino. Ah… e uma boa aparência sempre vai bem! No entanto, não exagere, pois pode ser roubado.
Assaltos são comuns nas rodovias, por isso faça uma avaliação do motorista antes de sentar no banco. Uma boa conversa com os caminhoneiros e frentistas em relação às rotas mais freqüentes e um guia de BR`s é o volante da viagem se você não quer gastar tempo com furadas e/ou se perder.
Se ainda não conseguiu a tão almejada carona no posto, o dedão volta servindo de “último parágrafo” na beira da estrada. Porém, carregue contigo um papelão e com um pincel atômico escreva o seu destino. Posicione-se onde possam vê-lo melhor, como por exemplo, perto das curvas das subidas. E por falar em curvas, nada melhor que um diário que te servirá de gasolina contra as curvas traiçoeiras das lembranças. Crepúsculos e desabafos líricos de caminhoneiros e ambulantes não cabem na mochila da memória.
Poema: Ronaldo Azevedo
Falar a respeito de Caraíva dá até preguiça! Ou vai me dizer que você não sente vontade de abandonar tudo quando pensa em canoa, vilarejo e a lua cheia substituindo a falta de luz elétrica?
A 70km de Porto Seguro e muito procurada pelos ecoturistas, Caraíva é uma pequena e rústica vila situada entre o Monte Pascoal e o Rio Caraíva. O rio deságua no mar fazendo com que a única possibilidade de se chegar ao lugarejo com chão de areia, seja somente através de canoa. Portanto, não há do que se reclamar, pois lá é doce e salgado e é pra todo mundo!
Inclusive aos interessados em saber mais sobre a história do Brasil. Caminhe até a praia de Barra Velha, curtindo seu horizonte e riachos cristalinos que se derramam no mar e faça uma visita a Aldeia dos Índios Pataxós, um dos marcos da Costa do Descobrimento. Os índios ainda conservam tradições como o artesanato em madeira(gamelas, colheres, garfos), colares, cestos e pentes.
A praia selvagem Curuípe, com as sombras das amendoeiras, é ideal para aquele que, depois de uma longa caminhada de 12km, quer esquecer de si, fechar os olhos e apenas aproveitar uma espécie de vazio sem culpa. E, se acaso o extremo abandono dos ventos desérticos de Caraíva lhe perturbarem, não se preocupe, o vilarejo oferece ótimas e diversas opções de hospedaria, desde de pousadas a campings bons e baratos.
Fotos: Flickr/Fernando Stankuns, Arquivo Pessoal