
Parece que a crise passou longe de Paris, pelo menos de acordo com o resutado de uma pesquisa realizada pela jornal The Economist que colocou a capital francesa como aquela com o custo de vida mais caro do mundo.
O gráfico levou em consideração dos custos das habitações (aluguel, financiamento), da alimentação, dos vestuários, transportes públicos e serviços de utilidade pública no mês de dezembro de 2009, e os comparou com aqueles de Nova York, a cidade mais cara antes de perder para Paris.
O resultado revelou que Paris é quase 30% mais cara que a Big Apple. No segundo lugar encontramos Tóquio, depois Oslo, Frankfurt e Milão. Em queda, cidades antes quase inatingíveis, como Londres e Moscou.
Via: The Economist
Foto: 1suisse
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Os banheiros podem ser considerados pontos de interesse turístico? Claro que sim! Principalmente estes selecionados pelo site de viagens Concierge.com. O lugar onde mais representativo da nossa intimidade pode ser mais do que criativo. Como o caso do banheiro masculino do Sofitel Queenstown, na Nova Zelândia, com fotos de mulheres que elogiam o instrumento… Ou então aquele completamente dourado no restaurante Dolce&Gabbana Gold em Milão.
Tecnológico no Bar 89, no SoHo (Nova York), para fãs de cerveja no Chung Yo em Taiwan, como bocas vermelhas na boate gay Revenge Bar, em Londres.
Precioso no show room de uma joalheria em Hong Kong; super futurista no Sketch de Londres, antiséptico no NaRa Family no Japão, onde voce não precisa tocar em nada com as mãos; cheio de luzes neon controladas por computador no Reinabruja de Madri e completamente à vista de todos em uma instalação criada pela artista Monica Bonvicini ou ainda dentro de um cilíndro no Jade on 36 Bar, em Xangai.
Via: Concierge
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Um casal vai jantar em um restaurante, em Milão. Jantarzinho romântico, com frutos do mar, água mineral, sobremesa e um digestivo, no caso um copinho de rum. A conta? 945 euros o que daria mais de R$ 2,5 mil. A notícia saiu hoje, na revista italiana Panorama.
Caso você esteja pensando em um jantarzinho romântico na capital lombarda, é melhor passar longe do restaurate “La Malmaison“, a não ser que quase mil euros não te façam falta, claro. De acordo com a cliente, o erro foi pedir sem antes olhar o menu. Mas será que a culpa é do casal desavisado?
Fuçando um pouco na internet - sem ter certeza que os preços são atualizados - um jantar no La Malmaison deveria sair por 50, 70 euros por pessoa ou no máximo, 200 euros. Ainda assim, bem longe dos quase 500 euros por pessoa do restaurante milanese. Mas poderia ser pior, de acordo com o proprietário do lugar, a conta pode ser de até 2.500 euros, por pessoa! Depois do pulinho, a conta detalhada…
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Se estiver entediado em Milão, não tenha duvidas, vá ao Navigli. São 3 canais artificiais construídos entre os séculos IX e XVI que durante muitos anos serviram como uma ligação da cidade com os rios da região e, dessa forma, abastecê-la. Todo o mármore usado na construção do Duomo, por exemplo, veio do Piemonte pelos navigli. Na verdade, o bairro de Navigli é cortado por canais, que foram construídos desde 1177 e até Leonardo da Vinci fez parte do projeto em 1482.
Hoje em dia é uma área bastante agradável da cidade. Andar a pé por ali é uma coisa nunca entediante. Sempre com intervenções artísticas e uma boa movimentação cultural, somente pelo clima do local ou talvez para um Aperitivo (aquela coisa absolutamente milanesa), vale muito o passeio. Você encontra Aperitivos de 6 euros: escolhe uma bebida preferida e tem à disposição um buffet comidinhas e petiscos à vontade.
À noite e no final da tarde a região é frequentada pelos jovens e figuras alternativas, cheio de bares e clubes noturnos às margens dos canais. Sábado é um dia bem apropriado para visitar. A localização não é central, mas é fácil.
Fonte e Foto: Arquivo Viajandaun
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Meio sem saber e para aonde ir, fui para o Centro de Milão, e estava acontecendo o Carnaval, essa parte prefiro contar com detalhes em outro post, claro. Mas o caso, é que não conhecia nenhum lugar ali para comer. E, seguindo o ditado: quem tem fome sempre anda, (que acabou de ser inventado) continuei andando, ate nem saber mais para aonde ia. Quando do nada, numa pequena viela, uma aglomeração de pessoas, esperando numa fila grande comprar algo para comer. E, seguindo outro ditado: onde tem gente demais tem coisa boa, decidi entrar na fila.
Tratava-se do tradicional panzerotti no Luini. O panzerotti parece uma pizza frita, uma especie de um pequeno calzone recheado com vários ingredientes, mas o segredo do sabor é o da massa. Tem nas versões frito e assado, mas como estava lotado, só consegui comer o frito, talvez por isso tenha achado muito semelhante com uma pizza frita.
A receita do panzerotti vem de família e é um segredo guardado cuidadosamente pelo filho da Sra. Josephine, Louis, e as netas Emanuela e Cristina. Na verdade, a razão para a longevidade e o sucesso da histórica Luini, com certeza é pelo cuidado da família. O mais solicitado panzerotto é, sem dúvida, o clássico, recheados com mussarela e tomate. Mas existem outros recheios que mudam de acordo com a época: presunto, manjericão e tomates cereja, ricota e espinafre, berinjela, etc.
Passa por la uma hora dessas!
Fonte: Luini - Foto: Acervo Viajandaun