A Nova Zelândia é um dos poucos países no mundo que consegue conciliar o turismo à preservação da natureza, e suas duas ilhas principais oferecem várias atividades para os ecoturistas, espalhadas por paisagens diferentes: montanhas cobertas de neve, planícies, praias.
A ilha norte possui vulcões, gêisers, cavernas de calcário e praias paradisíacas, e também produz vinhos, sendo esta uma das maiores atrações para os turistas.
No sul, a paisagem alpina domina as paisagens, aonde quer que se olhe, picos nevados estão lá. Já Queenstown, onde foi criado o bungee jumping, é a capital dos esportes radicais. Os preços de hospedagem caem no inverno, quando a neve se espalha por todo o país, e os esportes de inverno são a melhor atividade.
Fonte: Videocast da Folha
Fotos: geoftheref, thepunkah
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Este trampolim talvez não entre na categoria dos bungee jumping mais emocionantes do mundo. Certamente, o estudante inglês que aparece no vídeo não vai se esquecer do medo (e acrescentamos a dor) que sentiu durante e depois do salto.
O azarado jumper se lançou de um trampolim com nada mesmo que 50 metros de altura, na ilha de Puket na Tailândia. A corda acabou se soltando, talvez por causa de um problema de fixação, enquanto Rishi Baveja estava em pleno voo, fazendo o esportista cair no mar com uma velocidade de cerca 130 km/h.
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Desde quando, nos anos 50, David Attenborough gravou os jovens polinésios saltando de plataformas de bambu, amarrados a cordas para mostrar a todos os habitantes do vilarejo que eles tinha chegado à idade adulta, o “Bungee Jumping” se tornou uma verdadeira atividade esportiva com várias locações onde colocar à prova a própria coragem.
Se o primeiro centro para o esporte foi aberto em 1988 na Nova Zelândia, o último e talvez o mais impressionante é aquele que vocês podem ver no vídeo que abre o post, instalado na Macao Tower na China. Além de ser uma estrutura para congressos, shopping center e restaurantes, serve também como ponto de partida para os jumpers que podem se lançar no vazio saltando de uma passarela a cerca 230 metros de altura (a torre chega a 330 mt); depois do mergulho, o cabo te leva a apenas 30 metros do chão. Para quem quiser tentar, o salto custa cerca 170 euros - no câmbio atual (sem o ingresso para a torre).
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Se você é daqueles que come e sente culpa, vai adorar o Dinner in the Sky, com certeza irá se sentir mais leve. O restaurante fica na Bélgica, mas é móvel e pode ser levado para qualquer lugar. Por isso já passou em diversos lugares, desde a França, como podem ver na galeria de fotos, e até na África do Sul.
O Dinner in the Sky é uma estrutura de ferro e cabos de aço que comporta 22 pessoas, o chef, o garçom e um funcionário. Um teto de acrílico protege a cabeça dos funcionários para os dias de chuva e possíveis surpresas vindas de pássaros. Toda essa estrutura fica suspensa a 50 metros de altura. É um bungee jumping fino, mas quem vai ao restaurante não quer se jogar de lá e sim, colocar seu cinto de segurança e comer uma deliciosa refeição apreciando a paisagem completa.
O diferente restaurante está disponível por 8 horas, mas esse tempo pode ser dividido ou personalizado aos desejos do cliente. E como ele é erguido por um guindaste, pode ser montado em qualquer lugar. Se ficou interessado, entre aqui e veja quanto custa viver esse pequeno luxo.
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