Se você quer provar a alguém que é um daqueles aventureiros de carteirinha, que tal pegar uma carona para os caminhos mais perigosos do mundo? Talvez você já tenha ouvido falar na Estrada da Morte, a Yungas Road, da Bolívia, considerada a estrada mais perigosa do planeta, ligando a cidade de La Cumbre à região campestre dos Yungas e onde morrem cerca de 200 a 300 pessoas por ano. Mas tem mais!
O Túnel de Guoliang, na China, uma rodovia em meio as enormes montanhas de Taihang, é usada para se chegar a um remoto povoado e foi construída pelos moradores locais possuindo um túnel de 1200 m de comprimento. O túnel é famoso pela quantidade de mortes que provoca em dias chuvosos.
E por falar em dias chuvosos, que tal a rota federal que parte de Moscou em direção a Yakutsk, uma das cidades mais frias do mundo, na Sibéria? Em cima de uma plataforma de gelo e por isso mesmo impossível de ser pavimentada, a arcaica estrada não deixa barato e é um obstáculo aos veículos que ficam presos na lama em virtude das constantes nevascas. O “egoísmo” da rota é tanto que às vezes é necessário a ajuda do exército para enviar comida aos isolados.
Se ainda quer continuar a perigosa viagem, saiba mais aqui!

Ventos ensurdecedores, desmoronamentos de enormes blocos de gelos, cadeias montanhosas permeadas por vales e bosques, desertos e depressões. Isso mesmo, tudo ao mesmo tempo, esta é a Terra do Fogo, na Patagônia.
Localizada no extremo sul da América do Sul, é da Patagônia que partem as famosas excursões para a Antártica. Rodeada pelos oceanos Pacífico e Atlântico e tendo por limites, a Norte, os rios Colorado e Bío-Bío, ela é assim chamada pelo motivo de que os nativos possuíam pés grandes (patagão significa pé grande). Porém, pra se curtir uma viagem nesta região, é necessário também olhos e coração grandes frente a tanta beleza.
A Província Tierra Del Fuego, à cerca de 3 mil km de Buenos Aires, é um imenso arquipélago onde situa-se Ushuaia, a cidade mais meridional do planeta, podendo-se vislumbrar ao redor suas montanhas cobertas de neve e, através do Museu do Fim do Mundo, conhecer a história do lugar. E por falar em fim do mundo, é pela Estação do Fim do Mundo, localizada a 8km de Ushuaia, que partem trens para se fazer um passeio histórico pela região, onde os mesmos outrora deportavam presidiários no intuito de fornecer lenhas a população.
Caso ainda esteja a caça de mais beleza, suba para região norte e, se tiver controle emocional o suficiente, dê uma encarada nas transbordantes geleiras que estendem-se a 5 km no Glaciar Perito Moreno, em El Calafate, com suas pedras de gelo de 50 a 60 metros de altura despencando-se continuamente.
Foto: Arquivo pessoal

Quando estamos estressados é comum dizermos que queremos abandonar tudo e vivermos no fundo do mar ou coisas do tipo. Bom, caso ocorra de um dia tomarmos tal atitude surreal, nossas propriedades privadas serão em Atlântida!
Polêmicas e misteriosas, as investigações em busca de informações e provas quanto às construções antigas achadas no fundo dos oceanos, servem também para contestar a história da civilização humana. Pois é, a afirmação de Platão em relação à existência de Atlântida teve peso e hoje virou motivo de pesquisas. O duro é saber onde essa bendita cuja fica, pois as especulações são diversas!
Enquanto um grupo de arqueólogos submarinos alega que a localização exata da cidade está abaixo do Caribe, outro grupo de cientistas russos afirmou em 1997 tê-la encontrada a algumas milhas da Grã Bretanha. Em 2000, uma cidade em ruínas foi encontrada ao longo da costa norte da Turquia e entrou na lista.
Há aqueles que ainda declaram que Atlântida estaria na Antártida, talvez considerada a afirmação mais polêmica de todas. Baseando-se em outra teoria do professor Charles Hapgood, o jornalista britânico Graham Hancock foi quem “jogou a bomba”! Para ele, a cidade estaria lá antes de um período glacial estipulado por Hapgood, porém as investigaçõe seriam impossíveis pelo fato dela estar em baixo de uma grossa camada de gelo. É…acho melhor vivermos aqui mesmo!
Desenho: El Mundo Según Kassiopea
A mesquita de Nasir Ol Molk (foto de dynamosquito) é uma entre as mais belas mesquitas que se pode encontrar a Shiraz, em um planalto a mais de 1.500 metros de altura, uma das principais cidades do país, que entre 1750 e 1794 foi também a capital da Pérsia. Construída no final do século XIX é muito apreciada pelos revestimentos em forma de mosaico e os incríveis vitrais coloridos.
O tour operator As Viagens do Elefante propõe um tour pelo Irã, Iran Extra, com duração de 8 dias e 7 noites, com partida 11 de março que tocará as cidades de Tehran (2 noites), Isfahan (3 noites) e Shiraz (2 noites); se voa em econômica com a Iran Air, também para viajar no interior do país, e se dormirá somente em hotéis 5 estrelas.
As excursões e as visitas guiadas acontecem com o auxílio de um guia local e de um acompanhante, com ônibus ou van com ar condicionado. O tour em si é muito interessante, visto que permite visitar um dos berços da nossa civilização, e é ainda mais se considerarmos o preço; 1.820 euros por pessoa em quarto duplo (mínimo 10 partecipantes).
O castelo de Bamburgh, situado na região inglesa de Northumberland e muito próximo a vila que recebe o seu nome (mapa) com vista para o Mar do Norte desde o quinto secolo d.C., quando era a morada do Rei da região.
Hoje é a “casa” da família Armstrong, graças a Sir Gilliam George Armstrong que o comprou ao final de 1800. Os Armstrong, além de ter completamente restaurado no início de 1900, dão agora a possibilidade aos visitantes (a um custo de 7 libras esterlinas) de visitá-lo e por fim, para quem possa se permitir, de organizar um matrimônio de filme dentro do castelo.
Mais do que os interiores, que oferecem igualmente muito, basta dar uma olhada ao Kings Hall ou à armaria no site oficial, é o ambiente a ser decididamente de perder o fôlego: como podemos ver pela foto, o castelo localiza-se em um planalto, ou melhor, um ensediamento de basalto, perto de uma praia, localizado no Mar do Norte.
Além disso, o castelo é a 100km de Edimburgo, e isto o rende uma meta ideal para um passeio ao ar livre por um dia. Para decidir se vale a pena, aconselhamos dar uma olhada no site oficial mas também nesta bela galeria fotográfica.
Foto | Flickr

Os turistas que mais gastam dinheiro? Os turistas lgbt (lésbicas, gay, bissexuais e transgender) que mantêm com o 7%, equivalente a 3,2 milhões de euro por ano, a indústria do turismo e um gay em quatro vão em férias fora da Europa pelo menos por 7 dias, contra o 4% dos viajantes heterossexuais.
Jovens (média de 25 anos), single, instruídos (possui um título de estudo superior ou universitário), enquanto que se é em casal geralmente está na casa dos 40-45 anos, na maioria profissional liberal ou empresário, possui uma profissão criativa ou de gerência, residente em grandes cidades e é portado a agregação ou associativismo, este é o seu perfil. Meta preferencial as Grande Canárias (o destino preferido em 50% dos viajantes lgtb), mas voa também para Ibiza, Mykonos, Londres, Viena, Cuba, América do Sul, EUA, Austrália, Roma e Bolonha.
Mas antes de partir, é melhor conferir se a sua meta é gay-friendly.

Dia 2 de Dezembro foi inaugurado o novo centro visitantes do Capitólio, em Washington DC. Com uma extensão de cerca 53.000 metros quadrados, o centro é grande cerca de 3/4 do próprio Capitólio, e é talvez o maior complexo deste tipo ao mundo.
Na inauguração não faltaram as polêmicas, sobretudo relativas ao custo: se fala de mais de 600 milhões de dólares, gastos em 8 anos (tempo que durou a construção). O inteiro complexo é subterrâneo, distribuído em três andares, e compreende salas “tecnológicas” com maxi display touch screen ilustrativos, além de um restaurante e diversos gift-shop. Notável são os espaços do Emancipation Hall, onde foram colocadas 23 estátuas que compunham o “Statue Hall”, na área não pública do Capitólio, um modelo da cúpula do mesmo, e um da Estátua da Liberdade. Nas demais salas são conservados e expostos documentos chave da história americana.
Visitem a photo gallery em branco e negro com belas imagens do novo centro.

Se vocês fossem arquitetos e pedissem para projetar um dique, se colocaria o problema de prever um sistema de segurança que, em caso de extraordinário afluxo de água, permita de descarregar rapidamente grandes quantidades de água para evitar que esta supero o nível das bordas da barragem.
Bastam poucos minutos a observar as fotografias para que a curiosidade ou a imaginação voem longe (basta ter a fantasia de Calvin para ver o monstro que existe ali embaixo) e que os americanos chamam the glory hole, que me recuso dar a tradução.
A cratera, o buraco, foi construído no dique de Monticello, no condado de Napa na Califórnia, entre 1953 e 1957 (no site The Glory Hole a história e as fotos de época), dique que criou o lago de Berryessa, um dos maiores lagos do estado, por causa do qual uma cidade e um vale foram submersos pela água. Infelizmente, para observar a cratera em ação é preciso ter sorte e passar por aqueles lados quando o nível da água é tal que ocorre versar o excesso para o vale.
Foto de safoocat e de johnbullas.

O Peru pode resultar uma ótima meta para quem quiser passar um insólito Natal, sem renunciar ao seu verdadeiro significado. Esta terra sul-americana, oferece um amplo mosaico de manifestações para a celebração do Natal entre cantos, danças e tradições populares.
Em Cusco, dia 24 de dezembro a Plaza de Armas se transforma em teatro de uma grande feira onde se encontram artesãos, pastores e agricultores de toda a região para celebrar o Santiranticuy. Na ocasião é possível assistir a corrida dos Reis Magos, uma verdadeira competição de reis a cavalo, durante a qual Inkarri, Mistirri e Negrorri (Belchior, Gaspar e Baltazar) se desafiam em uma disputada corrida.
Em Puno, os protagonistas das festas natalinas são as crianças. A Wawa Q’ato é uma feira dedicada aos pequenos em que se vendem presépios feitos pelos artesãos da região. Durante as celebrações natalinas de Puno é recordado o nascimento de Jesus, mas muitas famílias mantém o costume de ler as folhas de coca depois da noite de Natal, prevendo o futuro.
Na região de Huancavelica, a sudeste de Lima, de 22 a 27 de dezembro os habitantes fazem danças pagãs-religiosas de origem medieval de fundo demoníaco, enquanto em Ayacucho, nos Andes centrais, se festeja o Natal com objetos artesanais da zona, pratos típicos e grupos de bailarinos e personagens mascarados. A festa se prolonga até 6 de janeiro, quando se celebra a chegada dos Reis Magos.
Os amantes da natureza poderão pensar em passar o Natal na floresta Amazônica, onde a natureza e os doces são protagonistas. Aqui as imagens do Natal são decorados com folhas de banana e frutas da região e se preparam biscoitos para as crianças, se come peixe, yucca e se bebe masato, uma bebida feita com o milho.

Dos realizadores da Coolgorilla, empresa especializada no desenvolvimento de aplicativos móveis, nasce London Travel Guide: um guia interativo da cidade londrina, completo de mapas e informações com mais de 400 páginas temáticas.
Disponível em três versões dedicadas a três diversos devices: iPod, iPhone / iPod Touch e celulares. As últimas duas versões são disponibilizadas através de browser, portanto necessitam de uma conexão flat ou um ponto de acesso wifi.
Porém, a versão dedicada ao iPod é composta de uma série de podcast áudio/vídeo disponíveis para download através do iTunes e com tamanho de até 100MB. Através do site oficial poderá encontrar mais informações sobre a instalação em iPod.