
O tráfico aéreo na Europa ainda não voltou completamente ao normal por causa da erupção do vulcão Eyjafjallajökull e pensando em muitos viajantes que ficaram presos em várias cidades do mundo que Lonely Planet pensou em um oportuna estratégia publicitária, colocando à disposição dos usuários do iPhone (ou iTouch) o download gratuito de alguns dos seus ótimos guias turísticos.
Os guias de viagem grátis, até amanhã (quinta, 22 de abril) são para Amsterdã, Barcelona, Berlim, Budapest, Copenhagen, Istambul, Londres, Moscou, Monaco, Paris, Roma, Estocolomo e Viena. Oportunismo ou visão estratégica? Não importa! Considerando que cada guia custa no iTunes 10/12€, podemos dizer que não vem ao caso essas questões. Melhor correr e pegar o seu! Só até amanhã!
Via: LonelyPlanet Blog

Parece que a crise passou longe de Paris, pelo menos de acordo com o resutado de uma pesquisa realizada pela jornal The Economist que colocou a capital francesa como aquela com o custo de vida mais caro do mundo.
O gráfico levou em consideração dos custos das habitações (aluguel, financiamento), da alimentação, dos vestuários, transportes públicos e serviços de utilidade pública no mês de dezembro de 2009, e os comparou com aqueles de Nova York, a cidade mais cara antes de perder para Paris.
O resultado revelou que Paris é quase 30% mais cara que a Big Apple. No segundo lugar encontramos Tóquio, depois Oslo, Frankfurt e Milão. Em queda, cidades antes quase inatingíveis, como Londres e Moscou.
Via: The Economist
Foto: 1suisse
Desde 2006, o primeiro lugar era ocupado por Moscou, mas agora Tóquio subiu na lista das cidades mais caras do mundo para o turista.
Em segundo lugar, outra metrópole japonesa, Osaka (foto), seguida pela capital russa, Moscou.
Londres, que tem muita fama de cara, ficou em 16º lugar, e a cidade de Joahnnesburgo, na África do Sul, é a mais em conta para os viajantes.
A pesquisa, que é feita anualmente pela empresa americana Mercer, avaliou os preços de serviços, alimentação, transporte, hospedagem e lazer.
Fonte: TravelBlog

Fundada em meados de 1800, a Galeria Tretyakov, próximo ao Kremlin, em Moscou, abriga a maior e mais importante coleção do mundo de arte russa.
São 150 mil obras, a maioria pinturas, que vão do século 11 até os nossos dias. É um tesouro nacional e um dos museus com maior acervo do mundo.
Estão lá obras de artistas russos famosos, como Chagal (quadro acima), Kandinsky e Malevich. Também chama a atenção um conjunto de obras com temas religiosos da Idade Média.
Fonte: 1.000 Lugares …

Todos possuem uma história de “terror” ligada aos táxis, ou por tê-la vivido em primeira pessoa, ou por ter ouvido histórias de amigos e parentes. Os táxis de Malindi, que fazem desvios incríveis para evitar postos de blitz ilegais da polícia local, o tentativo de extorsão do taxista mexicano ou russo, a batida contra o elefante enquanto se está a bordo de um táxi em Bangkok, o taquicardia que te veio quando subiu a bordo de um tuc tuc na Índia ou do táxi conduzido por um motorista “alto” pelas ruas de São Francisco. Ou simplesmente as intermináveis filas de espera na estação Termini de Roma, depois que um temporal caiu sobre a cidade.
E mesmo assim, o sistema dos serviços públicos de transporte, ônibus + metrô + elétrico + táxi, é um dos elementos de qualidade para uma cidade que se considera ter vocação turística. Saber acolher profissionalmente, com os justos níveis de segurança, transparência, gentileza os turistas é certamente um indicador do nível de qualidade turística ao qual as administrações deveriam estar atentas. Mas não é sempre assim, basta ver quantos táxis ilegais giram por aí, quantas diversas tarifas são aplicadas pela mesma corrida (obviamente o pedido de explicação existe, mas enfim, não é legal descobrir, chegado ao destino, da existência de tantos e vários suplementos que incidem sobre as tarifas aplicadas).
Travel+Leisure preparou uma lista com as 10 piores cidades no mundo pela qualidade do serviço de táxi. Para descobrir quais são essas cidades basta continuar lendo o post. A foto do táxi cubano é de Cyberesque.
Continuar lendo: As 10 piores cidades no mundo para pegar um Táxi

Quando, no verão de 2007, foram comunicados os resultados da web-sondagem que deveria individuar as Novas sete maravilhas do mundo, muitos russos ficaram despontados em constatar que nenhum dos monumentos e das atrações da sua grande terra obtiveram lugar na top 7 do planeta.
A resposta russa a este resultado desagradável foi o lançamento de uma nova consulta, sempre via internet, intitulada As sete maravilhas da Rússia, de modo a ter certeza que nenhum lugar estrangeiro pudesse ofuscar as riquezas históricas e paisagísticas da grande nação. Tourist review publicou os resultados da sondagem e a classificação daquela que, segundo cerca 26 milhões de russos, são as principais belezas do próprio país.
Em primeiro lugar está o Lago Baikal, o mais profundo, o mais largo e o mais antigo lago do mundo, patrimônio da Unesco desde 1996. Segue o Vale dos 90 geysers na península de Kamchatka, segunda no mundo em atividade e acessível somente em helicóptero. Em terceiro e quarto lugar estão o monte Elbrus e as 7 Colunas de rocha de Komi. E depois a Realeza de Petergof, a Versailles do norte e a Catedral moscovita de São Basílio. Fecha a lista, e não poderia faltar o chamamento nacionalista, a enorme estátua intitulada A pátria chama, construída em Estalingrado para recordar a grande batalha contra os nazistas que ocorreu durante a II guerra mundial.
Foto | Nice logo

Dormir em um hotel em Moscou parece ser um luxo para poucos. Segundo uma pesquisa feita pelo network de Hogg Robinson, sobre os preços dos principais destinos dos homens de negócios, o preço de um quarto em Moscou fica em torno aos 379,52 euros.
A segunda classificada foi Mumbai, seguida por Paris e Nova York no oitavo lugar. Milão é no nono lugar, onde um quarto de hotel custa em média 247 euros.
Fonte: Viaggiare.net
Foto: Flickr

Na sua casa para comer no escuro, é só desligar o interruptor. Mas se você desejar fazer isso com classe, é só até o Dans Le Noir. Enquanto muita gente prefere não ver como as comidas são preparadas, na rede de restaurantes Dans Le Noir, você nem sequer olha pra elas. Os motivos são nobres: a idéia é saborear o prato e viver uma experiência sem os preconceitos estabelecidos pela visão. Ou seja, você sente a comida de maneira diferente por não ver o aspecto. Para isso, há uma sala sem luz e com janelas vedadas com insulfilm.
O cliente escolhe o prato no bar iluminado, em 90% dos casos opta pelo menu confiança e, é levado a sua mesa, em fila indiana, por garçons cegos ou com forte deficiência visual. Copos inquebráveis sobre a mesa, ele tateia atrás dos talheres e come sem saber se é peixe ou frango, arroz ou sopa.
A intenção, dizem os criadores do restaurante, que se encontra em Paris, Londres e Moscou é acentuar o sabor dos pratos, criando uma experiência gastronômica única.