
Você tem coragem de entrar em uma “lanchonete” que leva um nome tão sinistro como este: Comeu Morreu, Bar Lanchonete e Budega? Ou então ficar com dó da família que abandonou a casa e deixou o seguinte recado: Família muda: Vende tudo.? Ou ainda se deparar com uma igreja e depois atravessar a rua em direção ao Hell(inferno), com placa de indicação e tudo o mais?
Pois é, cada qual no seu canto, o brasileiro e jornalista José Eduardo Camargo e o também jornalista e escritor norte americano Doug Lansky, hoje radicado na Suécia, tiveram a genial ideia de registrarem em seus respectivos livros, fotos de engraçadas e inusitadas placas dos caóticos ambientes urbanos e rodovias.
Para o brasileiro José Eduardo a missão foi percorrer 17 estados do seu país pra preencher O Brasil das Placas. O livro mostra como os brasileiros não são somente ingênuos(com boa parte deles sendo semi analfabetos), mas sobretudo criativos na hora do “vamu vê”, onde a competição do comércio e a ignorância quanto a língua mistura-se aos neologismos e linguajares populares, ganhando efeito especial nas placas das cidades.
Já para Doug Lansky, a ideia de tais registros surgiu, digamos que, acidentalmente. Percebendo que as fotos que mais faziam sucesso entre seus amigos eram justamente as das irônicas placas, Doug, além de três livros, criou o site Signspotting.com, dedicado aos caçadores de placas do mundo. Para ele, a ingenuidade também está fortemente presente nos preventivos sinalizadores.
Fontes e foto: RepórterBrasil e Folha Online
Há muitos fotógrafos brasileiros e também estrangeiros registrando o Brasil hoje em dia, mas fiquemos somente com alguns deles pra começar.
Reconhecido mundialmente, o mineiro Sebastião Salgado abandonou a carreira de economista e decidiu capturar em preto e branco não só o Brasil, mas as cruéis conseqüências do mundo desigual e opressor. Terra mostra a condição de vida de brasileiros e a luta pela terra de migrantes, trabalhadores rurais e famílias vivendo em acampamentos às margens das rodovias. Outros livros como Serra Pelada, Trabalhadores e Êxodos permanecem com a mesma temática da condição humana.
A primeira grande experiência do fotógrafo Pedro Martinelli, então com 20 anos, com os índios foi na década de 70. O contato com a realidade dos índios do Brasil foi tão forte que somente 25 anos depois se concluiria a documentação do que seria o livro Panará – A Volta dos Índios Gigantes. O rigistro cultural e o cotidiano do povo amazônico também se encontra nos livros Amazônia – O Povo das Águas, Mulheres da Amazônia e Gente X Mato.
Inclinado mais à fotografia colorida, encontra-se o colecionador de mundos Araquém Alcântara clicando a beleza, a cultura e a natureza do Brasil em toda sua plenitude, desde a Mata Atlântica a Floresta Amazônica. Já o espanhol Miguel Rio branco, também artista plástico, flerta com o submundo brasileiro em sua fotografia de cores fortes e tendências poéticas.
Fotos do Brasil





Tom Robinson nasceu na Inglaterra em 1981. A verdade é que ele desde sempre esteve andando por outras bandas e sempre se sentiu bem à vontade na Asia e nas Américas.
Veja aqui as fotos ampliadas de Tom Robinson e o Feet First
Os pés que aparecem nas fotos são dele. Tom Robinson é fotógrafo profissional e percorreu os continentes. Sempre ao lado de sua namorada (veja nas fotos os pés dela).
Veja alguns dos lugares maravilhosos que ele fotografou por sua andanças pelo mundo no seu Feet First.

A foto acima venceu o concurso Travel Photographer of the Year 2009, que tem como tema “viagem”, e premia fotógrafos experientes e iniciantes, em várias categorias.
O autor da foto é o bengalês Akash, escolhido por unanimidade pelos juízes que tiveram que decidir entre milhares de fotos, de fotógrafos de mais de 70 países.
As fotos premiadas e as menções honrosas serão expostas no Adventure Travel Live, um grande evento do turismo de aventura, realizado em Londres, no fim de janeiro de 2010.
Fonte: MSN/BBC

Imagina a cena: você está de férias, fotografando os momumentos. De repente, ao olhar no resultado da foto eis que identifica algo de bem estranho, como um casal fazendo sexo. Aconteceu em Sidney, na Austrália. De acordo com o jornal The Telegraph um homem e uma mulher foram flagrados completamente nus e fazendo sexo em cima da torre do relógio, um dos monumentos mais famosos da cidade.
O casal desinibido foi visto por pelo menos uma dezena de pessoas. Mas existe uma explicação: o edifício funciona como uma casa para estudantes universitários e a imprensa local quer descobrir a identidade do dois estudantes cheio de vitalidade.
As fotos que ilustram o post são de um turista que passava pelo local. Ele declarou: “Outras pessoas também repararam e, quando eu comecei a tirar as fotos, todos começaram a olhar para cima, apontar e rir”
Via: TVi 24

Muitas vezes, quando viajamos para um país estrangeiro, principalmente os de cultura diferente, ficamos com vontade de tirar fotos das pessoas que moram lá, com seus costumes, roupas e sua “aura” diferente.
O fotógrafo profissional Izan Petterle publicou um post com dicas para tirar bons retratos, e também com algumas das fotos que ele tirou em suas viagens no Brasil e exterior.
“Gosto de retratar pessoas de uma maneira onde elas fiquem a vontade com a minha presença e sejam cúmplices nessa tarefa. Acredito que um dos primeiros requisitos para dedicar-se a essa especialidade, é ter e saber demonstrar um genuíno interesse pela maneira como outras pessoas vivem”.
Ele fala que é comum diser-se que todo fotógrafo é um tímido, que usa a câmera para superar a timidez de maneira criativa. “As pessoas reagem da mesma maneira que você, se o fotógrafo estiver com medo, a pessoa do outro lado da lente vai sentir a mesma coisa”. Conversar antes com a pessoa a ser retratada, cumprimentá-la e demonstrar respeito são os ingredientes fundamentais para uma fotografia de pessoas.
Fonte: Izan Petterle

O fotógrafo da National Geographic, Bob Krist, publicou um post em que dá dicas de fotografia para profissionais, tendo como exemplos as fotografias que ele tirou em uma viagem a trabalho para a Eslovênia (você pode ver as fotos na galeria após o jump).
Seu roteiro começa no Vale do rio Soca, que faz parte do Parque Nacional Triglav, cujas paisagens serviram de cenário para algumas cenas do filme As Crônicas de Nárnia.
Outro local considerado Patrimônio Mundial pela UNESCO são as Cavernas de Skocjan, um imenso labirinto subterrâneo de mais de seis quilômetros de cavernas e passagens, algumas, como a que aparece na foto, com mais de 100m de altura.
Bob conta que a “única forma de mostrar o tamanho de algo assim é incluir um elemento de escala na foto, então eu esperei até que algum dos meus companheiros exploradores parassem na ponte”.

“Eu tive muitos presentes na minha vida… mas aquele que talvez tenha sido o melhor de todos foi uma câmara fotográfica que o meu pai me deu aos 10 anos de idade”, teria afirmado o professor da UCLA Scott Stulberg.
Ele passou um período percorrendo o sudeste da Ásia, continente no qual fotografou pessoas, costumes e momentos belíssimos, que podem ser vistos no site asa100.
O blog Brasil do Bem publicou um post bem interessante com as dez pontes mais famosas da Europa. Como bem diz a blogueira Janeisa Tomás, as “pontes são símbolos de união, grandes construçãoes que unem povos, países e caminhos de um lado a outro do mundo”. E talvez não exista um lugar melhor no mundo do que o território europeu para admirar estas maravilhas de engenharia. Confira a seleção, com as dez pontes mais famosas do Velho Mundo:
1-Ponte Neuf, Paris, França
2 -Ponte Vecchio, Florença, Itália
3 - Tower Bridge, Londres
4 - Ponte de Rialto, Veneza
5. Ponte de Carlos, Praga
6. Ponte Vasco da Gama, Lisboa
7. Ponte Sant Angelo, Roma
8. Ponte del Alamillo, Sevilha
9. Ponte del Bósforo, Turquia
10. Ponte Millau, França
Fotos: Brasil do Bem/Reprodução e Arquivo Pessoal
Continuar lendo: Conheça as dez pontes mais famosas da Europa

Após publicar um livro com vinte de suas fotos que compõem a série Souvenirs, com imagens de várias partes do mundo combinadas com conhecidas lembranças de viagem, o fotógrafo e viajante Michael Hughes está disponibilizando para free download dez das suas melhores fotos (escolhidas por um júri popular no Flickr), por apenas 1 Euro(cada).
O valor é simbólico, e, segundo Hughes, será usado para dar continuidade ao projeto. Após baixar as fotos, é possível imprimi-las em alta resolução. Saiba como aqui. Você também pode acompanhar como foi o processo de criação de cada uma das fotografias do projeto neste blog.
Fonte: Fubiz