Aos apaixonados pelas duas rodas, não daquelas motorizadas, mas sim das que se movem com esforço e suor, acharão útil a classificação de Msnbc sobre as 10 cidades do mundo mais adaptadas aos percursos e descobertas com as bicicletas. Uma escolha que, além da morfologia do centro urbano, deverá naturalmente levar em conta também algumas condições ambientais, motivo pelo qual uma corrida de bicicleta em Pequin (9° colocada) cremos que seja desaconselhada, a menos que se leve junto bombas de oxigênio e respiradores!
Na ponta da classificação, talvez previsivelmente, está a holandesa Amsterdam, célebre por seus canais e decididamente amiga dos ciclistas, como todo o território desse país, rico de pistas e itinerários perfeitamente sinalizados e prazerosos de se percorrer. No segundo lugar encontramos Copenhagen, cidade dinamarquesa na qual 32% da população utiliza os pedais para movimentar-se. No terceiro lugar, eis a surpresa Bogotà, a capital colombiana que conta com quilômetros e quilômetros de percursos para bicicletas, mesmo que não existam indicações de segurança para os turistas que a escolhem como roteiro.
A brasileira Curitiba foi mesmo pensada para integrar a modalidade ciclìstica com o sistema urbano de transportes, a canadense Montreal investiu 134 milhões de dólares apenas para recuperar pistas e percursos, criando estacionamentos e pontos para o bike sharing, e a americana Portland conta com 260 milhas de itinerários reservados às bicicletas.
Passando ainda a lista, encontramos além de Pequim, Trondheim na Noruega, a vulcânica Barcellona e austera Basilea, onde também não faltam desníveis recomendados apenas aos ciclistas mais treinados.
Foto | Flickr
Em Pequim, está sendo construída uma réplica de dez metros de comprimento da Grande Muralha da China, inteiramente com tijolos sólidos de chocolate e cimento feito de chocolate branco.
A Muralha fará parte da exposição World Chocolate Wonderland, algo como Terra Encantada do Chocolate, e tem o objetivo de promover o chocolate entre os chineses.
Estão sendo usadas cerca de 80 toneladas de chocolate para para a réplica, que inclui também várias fileiras de imitações do Exército de terracota, o exército de oito mil soldados, 300 cavalos e 200 carruagens, que guardam o mausoléu de Qin Shihuang, o primeiro imperador da China.
A exposição será aberta ao público no fim de janeiro, em Pequim.
Fonte: BBC

A Cidade Proibida, localizada perto da Praça da Paz Celestial, no centro da cidade de Pequim, capital da China, tem esse nome porque durante 500 anos, apenas o imperador, sua família e empregados especiais tiveram a permissão de atravessar os muros de 10m de altura que cercam as 980 construções desse imenso palácio.
Foi a sede de um governo autoritário e burocrático, repleto de cargos (alguns afirmam que haviam 9.999 divisões na sua hierarquia). Apenas a família do imperador, oficiais e empregados mais graduados tinham permissão de entrar no local. Quem quer que entrasse sem a devida autorização era torturado até a morte.
O filme “O Último Imperador”, do diretor Bernardo Bertolucci (o mesmo do filme “Beleza Roubada”) foi o primeiro a receber autorização para ser filmado no local, que hoje recebe visitantes de todo o mundo.
Fonte: WikiPédia
Fotos: d´n´c´, http2007, s.tormod, tsc traveler | Flickr
A Cidade Proibida, em Pequim, China




Entre os tantos elementos que diferenciam o ano novo ocidental daquele chinês, existem alguns que são realmente evidentes.
O primeiro é obviamente o menu que, tirando espaguete e raviole, não há muitos pontos de contato com a dieta ocidental de fim de ano. Em segundo lugar é a data do evento, que dura 15 dias e termina com a festa das Lanternas e o seu nome: a Festa da Primavera o Reveillon lunar acontece em Pequim e arredores entre o final de Janeiro e início de Fevereiro. Particulares também os rituais: não faltam naturalmente os jogos pirotécnicos e os fogos artificiais, mas a estes se agregam a Dança do Leão que podem ver no vídeo, um rito tradicional de bons votos para o ano novo.

Para pagar menos micos na China, algumas dicas: a comunicação é complicadíssima. O ideal é fazer passeio acompanhado de guia. Para aqueles que não dominam inglês, mas encaram bem espanhol, muitos guias turísticos falam bem espanhol. Qualquer agência de viagem no bairro da Liberdade em São Paulo pode oferecer pacote com esse serviço.
Para aqueles que querem visitar a Grande Muralha. Vão até a Colina dos Heróis (assim chamado pelo Mao Tse Tung, porque segundo ele, somente os heróis conseguem chegar a este ponto é uma subida e tanto). Tem um teleférico perto deste local, façam a descida pelo teleférico e aproveite a paisagem.
A classificação por estrelas dos hotéis da China é diferente daqui. Um hotel de 3 estrelas equivale ao nosso 4 estrelas daqui: economizem!
Lanches ocidentais fora das cadades de fast-food é furada: são caros e ruins. Fujam! Quem não encara comida chinesa, é melhor apelar para McDonalds que custa a metade do que aqui. E, não deixem de ir para Hong Kong, é considerados por muitos como o melhor lugar do mundo para fazer compras.

Vimos no Wikimapia as imagens satélites do complexo esportivo onde estão sendo realizados os Jogos Olímpicos 2008. Na foto o gigante Water Cube Aquatic Center, do qual se vêem outras imagens nos sites Sports Venue Technology e Beijing 2008 e aqui durante a construção .

Viajando para as Olimpíadas, não deixe de visitar, no centro da capital, Pequim, está a Cidade Proibida, chamada pelos chineses de Gu Gong. Passeio imperdível no roteiro de viagem à China, o local foi a sede do império chinês durante as dinastias Ming e Qing. Conhecido hoje como Palácio Museu, o complexo da Cidade Proibida tem forma retangular e ocupa uma área de 74 hectares.
A construção é dividida em duas partes, ao sul, chamada “corte externa” era a região onde o imperador costumava exercer sua suprema autoridade sobre a nação: ao norte, na “corte interna”, era onde ele vivia com a família imperial.
A probabilidade de nunca ter ouvido falar e de não ter recorrido, pelo menos uma vez na vida, aos preciosos guias da Lonely Planet é pequena. Pois bem, para manterem o seu rigor e para estarem sempre em cima do acontecimento, a vasta equipe da Lonely integra inúmeros jornalistas, que palmilham o mundo numa constante atualização das informações. Acesse para saber mais sobre Pequim.
Fonte e Foto: Nippo Brasil
É preciso ficar atento com as doenças prevalentes na China e outras que podem ser transmitidas por torcedores de outros países, presentes aos jogos. Não basta comprar a camiseta verde-amarela, o boné, a corneta e ensaiar o samba no pé. Ao se preparar para embarcar rumo a Pequim, quem vai torcer pelo Brasil nos Jogos Olímpicos, em agosto, deve pensar também em se prevenir com vacinas contra doenças como sarampo, hepatites A e B, tétano, varicela e diarréia do viajante para aproveitar a viagem com saúde.
Os torcedores que pretendem transformar Pequim numa plataforma para passear pela China devem se proteger também contra outras doenças, como a raiva. Tudo vai depender da província a ser visitada. É bom lembrar que, para entrar na China, todo brasileiro tem apresentar certificado de imunização contra a febre amarela.
Continuar lendo: Olimpíadas Pequim 2008: viaje com saúde para China

Não se sabe se dependeu dos recentes problemas no Tibet ou de uma organização que não funcionou, o fato é que 54,5% dos quartos de 4 estrelas dos hotéis de Pequim, que deveriam hospedar pelo menos 500 mil turistas, estão vazias.
As Olimpíadas começam no dia 8 de Agosto e há pouco menos de um mês se projetam ofertas e pacotes para tentar cobrir o prejuízo. No entanto, segundo os preços médios por uma noite nos 3 ou 4 estrelas oscilam entre 200 e 143 euros. Regem invés os hotéis 5 estrelas que tiveram 80% das reservas feitas com preço entorno a 324 euros