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Estamos em Galles, e esta cidadezinha, na qual as maiores atrações turísticas são uma coluna panorâmica para admirar o Estreito de Menai e a placa com 58 letras da estação, detém o título da localidade com o nome mais longo e bizarro do mundo. Quanto aos nomes geográficos em geral, o título vai a uma colina na Nova Zelândia que se chama mais ou menos assim: Taumatawhakatangihangakoauauotamateahaumaitawhitiureha-
eaturipukakapikimaungahoronukupokaiwhenuakitanatahu.
Sem andar muito longe, na Irlanda fica Newtownmountkennedy, uma cidadezinha nos arredores de Dublin, superado por pouco por Muckanaghederdauhaulia, perto de Galway. Está última no entando, por ser uma townland, não pode ser considerada uma cidade.
Mas estes eram apenas os nomes das cidades formados por uma única palavra. Se fomos ver aquelas compostas, o prêmio fica com Krung Thep Mahanakhon Amon Rattanakosin Mahinthara Yuthaya Mahadilok Phop Noppharat Ratchathani Burirom Udomratchaniwet Mahasathan Amon Piman Awatan Sathit Sakkathattiya Witsanukam Prasit. E onde fica? É o nome oficial de Bangkok.

Construções bizarras sempre chamam a atenção do turista. Não é diferente com o prédio de “bolinhas” em Bangcoc, na Tailândia. A fachada parece recoberta por uma “folha” toda esburacada, que dá um efeito muito curioso. Curiosa também é a história do edifício que abriga uma loja de iluminação….
No lugar já existia uma casa, mas sem nada de especial. O projeto assinado pelo Architectkid começou de dentro para fora, com a proposta de um trabalho ocidentalizado, como se fosse uma casca por cima da construção já existente. O resultado é surpreendente, vocês não acham? Depois do pulinho, a foto de todo o edifício.
Continuar lendo: Um curioso edifício de bolinhas na Tailândia

O Hotel Lebua é o segundo maior prédio de Bangkok, na China, e aproveitou a estrutura para instalar bares e resturantes nos seus andares mais elevados. O bar Sirocco (foto) fica no 64º andar, é considerado o restaurante a céu aberto mais alto do mundo, e tem uma iluminação que muda constantemente, bons drinks e mesas perto da beirada, que podem até dar uma certa vertigem aos mais medrosos.
Cada bar e restaurante na área de alimentação do Hotel tem uma especialidade: sushi, drinks, frutos do mar, charutos, e todos oferecem uma vista espetacular da cidade.
Os visitantes também podem assistir a apresentações ao vivo de jazz americano, com músicas de intérpretes clássicos, como Ella Fitzgerald e Nina Simone.
Fonte e fotos: MatadorNights
A Folha online Turismo publicou uma lista com albergues e hotéis em Bancoc, capital da Tailândia, cuja diária custa até R$ 50. Ideal para mochileiros e para quem quer conhecer esse exótico mundo sem gastar muito.
A lista faz parte do livro “Guia Passo a Passo Bancoc”, que custa R$ 32 e traz informações sobre as principais ruas e avenidas da cidade, seus pontos turísticos, restaurantes, bares e teatros –incluindo horário de funcionamento, telefones e especialidades de cada um dos locais sugeridos.
Confira a lista aqui.
Continuando o post sobre as comidas tailandesas típicas mais gostosas, que vale a pena provar:
Pad São os macarrões, que vêm em diversas formas e com variados temperos. As barracas de macarrão na Tailândia trazem vários tipos, com macarrões de variadas espessuras, feitas com massa de arroz.
São comuns também as sopas de macarrão, tradicionalmente oriundas da culinária chinesa ou vietnamita, apesar de serem comuns também em Bangkok, capital da Tailândia.
O macarrão com vegetais é chamado de pad khee mao (drunken noodles), servidos também com mariscos ou carne e um pedaço de pão.
Se você está na Cidade Antiga, pare no Raan Jay Fai, um restaurante ao ar livre que vende o legendário pad khee mao com camarões e basílico.
Yang Tailandeses amam estes espetos de carne marinados, grelhados sobre carvão. O de porco é geralmente o mais gostoso.
Se você gosta de muita pimenta no prato, peça para que ele seja phet phet (picante); se você o quer moderado, peça mai phet (menos picante).
Fonte: Blog da Fodors.
O blog da Fodors trouxe um post sobre a comida de rua em Bangkok, na Tailândia. Alguns pratos que você não deve deixar de provar dessa culinária exótica e saborosa:
Som Tam Salada com tiras bem finas de Papaya Verde, camarão seco, molho de peixe salgado, amendoins crocantes e acompanhamento de arroz do tipo japonês (bem grudado).
Larb Carne de porco ou peixe triturada, molho, limão e um bom punhado de folhas de limão.
Tom yum Sopa com sabor de molho de peixe, limão, folhas de lima, e vegetais – é uma das iguarias locais favoritas. Tom yum goong, com camarão, é uma variação popular.

Realmente simpática a idéia de Invader, street artist parisiense que utiliza personagens de um dos primeiros, e mais famosos, vídeo-jogos de sempre, Space Invaders, para dar vida a um projeto artístico de ‘escala global’.
O artista, de fato, realiza com minúsculos blocos coloridos pequenos mosaicos que trazem imediatamente a memória as formas dos alienígenas presentes no vídeo-jogo. Tais mosaicos são disseminados nos cantos mais impensáveis de um número sempre maior de cidades no mundo, dando origem a uma verdadeira “invasão alienígena”, prontamente documentada, de vez em vez, por um mapa que permite encontrar a posição de cada alienígena, além de ser um invulgar itinerário para turistas pouco convencionais.
Iniciado em 1998 em Paris, o trabalho original de Invader inclui atualmente cerca de 35 cidades espalhadas em 4 continentes, entre as quais Los Angeles, Nova Iorque, Londres, Manchester, Newcastle, Genebra, Tóquio, Praga, Melbourne, Viena, Bilbao, Bangkok, Darlington, Liubliana, Barcelona, Amsterdã, Catmandu e até em Mombaça.
E se pensam que as imagens sejam poucas…bem, é melhor repensar, no grupo de flickr dedicado existem mais de 11.000 fotos… os alienígenas estão entre nós ;)

Todos possuem uma história de “terror” ligada aos táxis, ou por tê-la vivido em primeira pessoa, ou por ter ouvido histórias de amigos e parentes. Os táxis de Malindi, que fazem desvios incríveis para evitar postos de blitz ilegais da polícia local, o tentativo de extorsão do taxista mexicano ou russo, a batida contra o elefante enquanto se está a bordo de um táxi em Bangkok, o taquicardia que te veio quando subiu a bordo de um tuc tuc na Índia ou do táxi conduzido por um motorista “alto” pelas ruas de São Francisco. Ou simplesmente as intermináveis filas de espera na estação Termini de Roma, depois que um temporal caiu sobre a cidade.
E mesmo assim, o sistema dos serviços públicos de transporte, ônibus + metrô + elétrico + táxi, é um dos elementos de qualidade para uma cidade que se considera ter vocação turística. Saber acolher profissionalmente, com os justos níveis de segurança, transparência, gentileza os turistas é certamente um indicador do nível de qualidade turística ao qual as administrações deveriam estar atentas. Mas não é sempre assim, basta ver quantos táxis ilegais giram por aí, quantas diversas tarifas são aplicadas pela mesma corrida (obviamente o pedido de explicação existe, mas enfim, não é legal descobrir, chegado ao destino, da existência de tantos e vários suplementos que incidem sobre as tarifas aplicadas).
Travel+Leisure preparou uma lista com as 10 piores cidades no mundo pela qualidade do serviço de táxi. Para descobrir quais são essas cidades basta continuar lendo o post. A foto do táxi cubano é de Cyberesque.
Continuar lendo: As 10 piores cidades no mundo para pegar um Táxi
Algum tempo atrás no Travelblog encontramos um estúdio da Associated Press que, confrontando as cidades turisticamente mais importantes, havia escolhido Oslo (Noruega) como a cidade mais cara ao mundo para os viajantes. Ok, bela notícia, mas qual é a cidade mais econômica ao mundo para nós viajantes?
A esta pergunta respondem os de Budget Travel, que confrontaram 94 cidades pelo mundo para determinar quais fossem as mais convenientes para o bolso dos viajantes. Dados os poucos meios a disposição, a pesquisa não há um caráter científico, mas somente indicativo. Apesar disso, pode ser considerada para ter uma idéia do quanto se pode investir em uma viagem.
And the winner is…Vang Vieng, no Laos. A seguir mostramos as 10 primeiras cidades, das mais econômicas, dizendo aos amantes da Itália que Roma (61°), Florença (66°) e Milão (84°) ficaram um pouquinho longe. Porém, Amsterdã bateu o recorde desta classificatória como a cidade mais cara.
1° Vang Vieng, no Laos
2° Goa, na Índia
3° Nova Dehli, na Índia
4° Bangalore, na Índia
5° Bangkok, na Tailândia
6° Ho Chi Minh, no Vietnã
7° Quito, no Equador
8° Phom Penh, no Cambogia
9° Bali, na Indonésia
10° Asuncion, no Paraguay
O post com a lista completa das cidades mais econômicas está em Budget Travel.
O post com a lista das 10 cidades mais caras podem encontrar no nosso Travelblog.
A fotografia, um pôr-do-sol de Laos feito em Vang Vieng, é de benklocek.

A capital da Tailândia é Bancoc, uma das únicas regiões urbanas do país. Lá existe o grande Palácio e os templos budistas Wat Phra Kaew e Wat Pho, que são opções bem interessantes para uma vsita. No Grande Palácio pode-see visitar os jardins e um museu com objeto da monarquia tailandesa. Um fato interesante é que é comum encontrar estudantes locais fazendo pesquisas para saber como os visitantes ocidentais encaram determinado assunto. Não é permitido entrar usando bermudas, como na maoir parte das casas tailandesas, e por isso existem camelôs vendendo calças nas proximidades.
Ao lado do Palácio há o Wat Phra Kaew (a pronúncia é “vat-pra-kéu”). A grande maravilha do templo é uma pequena estátua de jade, de um Buda, que quase some no altar riquíssimo em detalhes. Mas a história que esse pequeno Buda tem para contar é um tanto interessante. Ela era coberta por gesso e data do século 15. Foi roubada, quando já dava para perceber a camada de gesso descascando e passou 200 anos no país vizinho até que fosse recuperada.
Continuar lendo: Bancoc, capital da Tailândia e seus templos e palácio.