
Você tem coragem de entrar em uma “lanchonete” que leva um nome tão sinistro como este: Comeu Morreu, Bar Lanchonete e Budega? Ou então ficar com dó da família que abandonou a casa e deixou o seguinte recado: Família muda: Vende tudo.? Ou ainda se deparar com uma igreja e depois atravessar a rua em direção ao Hell(inferno), com placa de indicação e tudo o mais?
Pois é, cada qual no seu canto, o brasileiro e jornalista José Eduardo Camargo e o também jornalista e escritor norte americano Doug Lansky, hoje radicado na Suécia, tiveram a genial ideia de registrarem em seus respectivos livros, fotos de engraçadas e inusitadas placas dos caóticos ambientes urbanos e rodovias.
Para o brasileiro José Eduardo a missão foi percorrer 17 estados do seu país pra preencher O Brasil das Placas. O livro mostra como os brasileiros não são somente ingênuos(com boa parte deles sendo semi analfabetos), mas sobretudo criativos na hora do “vamu vê”, onde a competição do comércio e a ignorância quanto a língua mistura-se aos neologismos e linguajares populares, ganhando efeito especial nas placas das cidades.
Já para Doug Lansky, a ideia de tais registros surgiu, digamos que, acidentalmente. Percebendo que as fotos que mais faziam sucesso entre seus amigos eram justamente as das irônicas placas, Doug, além de três livros, criou o site Signspotting.com, dedicado aos caçadores de placas do mundo. Para ele, a ingenuidade também está fortemente presente nos preventivos sinalizadores.
Fontes e foto: RepórterBrasil e Folha Online

O blog Destemperados publicou um post sobre o Restaurante Pâtissier, em Porto Alegre, que vale a pena conhecer. O chef Marcelo Gonçalves muda o menu toda semana, e oferece uma opção de salada e três pratos quentes escolhidos com muito bom gosto por ele mesmo. A história de como o Marcelo entrou na gastronomia é bem interessante, e você pode conferir aqui.
Ele era estudante de engenharia, mas depois de várias andanças durante dois anos viajando pela Europa, descobriu na Suíça sua vocação para a cozinha, enquanto trabalhava em um pequeno restaurante, lavando louça e depois como auxiliar, preparando pratos e sobremesas.
Mas … voltando ao post. Uma das especialidades do lugar é o hamburguer de filé mignon e linguiça calabresa assado no carvão, servido com anéis de cebola e gorgonzola (veja fotos na galeria). Entre os salgados, o autor do post destaca os quiches e empanadas, como a de ricota com espinafre e de calabresa com alho poró. E como sobremesa, um gateau de chocolate com sorvete de iogurte.
O Pâtissier abre para almoço apenas nas sextas e sábados. Nos outros dias da semana, ele está aberto das 11h às 19h, servindo salgados e doces, e como são poucas mesas, o melhor é reservar com antecedência. O preço do almoço é em média R$ 45 reais, e o estabelecimento não aceita cartão de crédito nem de débito. Veja endereço e telefone após o jump.
Fotos: Destemperados
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O artista Spencer Tunick conseguiu convencer mais de cinco mil pessoas, de todas as idades, a tirar a roupa na Australia para um projeto de arte. Elas posaram por duas horas na escadaria da Sydney Opera House, sob um frio incômodo, na primeira semana de março.
O nome oficial da instalação artística é “Mardi Gras: The Base”.
Alguns participantes, em depoimento no vídeo que você pode assistir após o jump, explicaram que foi uma experiência gratificante, e que quando se está nu ao redor de várias pessoas da mesma forma, a sensação é de estar vestido, já que todo mundo está igual.
Para saber mais e ver uma galeria de fotos clique aqui.
Via Art News Blog
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O astronauta japonês Soichi Noguchi é tripulante da estação espacial internacional e twittou a foto acima, que tem o forma semelhante à de um gato. Ela fica no Mar Mediterrâneo, e seu nome não foi especificado.
Outra ilha que fez sucesso na internet foi a Galesnjak, na Costa da Croácia, que mudou de nome para Ilha dos Namorados por ter o formato de um coração. Veja foto após o jump.
Fonte/Foto: G1/Soichi Noguchi - ISS
Foto da Ilha de Coração: Croatia.org
O Macaron, um doce da culinária francesa de textura suave, feito de amêndoas, com vários tipos de recheio, e que apresenta cores diferentes de acordo com o sabor, virou moda também aqui no Brasil.
Mas na França, o amor pelo doce é mais sério. Tanto que hoje, dia 20 de março, é comemorado o Jour du Macaron, o Dia Oficial do Macaron, data já festejada também em outros países. Participam Pâtisseries de Paris e outras cidades francesas, Bélgica, Luxemburgo, Suíça, Alemanha e Japão.
Para ver a lista dos estabelecimentos participantes em Nova York, clique aqui, e confira aqui os demais endereços pelo mundo.
Fonte: UoDGourmet
Se você quer provar a alguém que é um daqueles aventureiros de carteirinha, que tal pegar uma carona para os caminhos mais perigosos do mundo? Talvez você já tenha ouvido falar na Estrada da Morte, a Yungas Road, da Bolívia, considerada a estrada mais perigosa do planeta, ligando a cidade de La Cumbre à região campestre dos Yungas e onde morrem cerca de 200 a 300 pessoas por ano. Mas tem mais!
O Túnel de Guoliang, na China, uma rodovia em meio as enormes montanhas de Taihang, é usada para se chegar a um remoto povoado e foi construída pelos moradores locais possuindo um túnel de 1200 m de comprimento. O túnel é famoso pela quantidade de mortes que provoca em dias chuvosos.
E por falar em dias chuvosos, que tal a rota federal que parte de Moscou em direção a Yakutsk, uma das cidades mais frias do mundo, na Sibéria? Em cima de uma plataforma de gelo e por isso mesmo impossível de ser pavimentada, a arcaica estrada não deixa barato e é um obstáculo aos veículos que ficam presos na lama em virtude das constantes nevascas. O “egoísmo” da rota é tanto que às vezes é necessário a ajuda do exército para enviar comida aos isolados.
Se ainda quer continuar a perigosa viagem, saiba mais aqui!

Um das maiores coleções botânicas do mundo está no Instituto Inhotim, na cidade de Brumadinho, a 60 km de Belo Horizonte. As plantas, algumas delas espécies raras, não são as únicas obras de arte no local. Dividem os jardins do Instituto com pavilhões de obras de arte contemporânea, em meio a um parque ambiental. O espaço guarda também uma reserva de Mata Atlântica.
O acervo tem obras de Hélio Oiticica, Adriana Varejão, Cildo Meirelles e outros. Muitas delas estão nos jardins do Instituto, construído em parte segundo sugestões de Burle Marx. Esculturas e instalações por todo o lugar acabam formando um ambiente inteiramente propício para viajarmos até onde a arte nos leva. Além da disponibilização desse acervo, atividades de envolvimento com a comunidade estão entre as prioridades dos coordenadores do museu, que promovem pesquisas e atividades educativas em cultura, meio ambiente e arte. Abre de quarta a domingo.
Foto: Carol Reis/ Divulgação de obra de Hélio Oiticica

Se você é como o Coelho Branco de Alice in Wonderland, um verdadeiro apaixonado por relógios, não pode deixar de visitar um museu dedicado ao objeto em Viena. O “Museu do Relógio” da capital austríaca se encontra no Harfenhaus, um dos edifícios mais antigos da cidade.
No seu interior, o visitante vai encontrar quase três mil exemplares de relógios. Dos menores aos mais exagerados, tipo aqueles que já viveram os seus dias de glória em sinos. Uma outra atração são os famosos relógios cuco da Floresta Negra.
Uma das peças mais importante é um relógio astronômico construídos pelos Frades Agostinianos em 1679 e programado com uma maniacal precisão até 9999. Aqui você pode fazer o download do folder com todas as informações necessárias para a sua visita ao Uhrenmuseum.

Recentemente publiquei aqui que se caso for comprovada a existência da Atlântida no fundo do mar, é pra lá que iremos sempre quando estivermos frustrados. Mas já que a cidade do nosso velho Platão ainda é somente motivo de polêmicas, Arraial do Cabo, localizada a 140 km do Rio de Janeiro e considerada a Capital do Mergulho, pode ser tranqüilamente a substituta.
Chamada pelos habitantes de Paraíso Atlântico(só muda duas letras em relação a Atlântida), Arraial do Cabo oferece diversas opções de mergulho, esportes aquáticos, pescaria e banho ao mar para família toda.
Praias como Massambaba, Prainhas, Praia do Forno e Praia dos Anjos(onde também se encontra o Museu Oceanográfico da Marinha), com seus horizontes desérticos, águas mornas, lagoas cristalinas e barcos de passeios para mergulhos, justificam os apelidos dados pelos próprios moradores à cidade.
Foto: Arquivo pessoal

O Cânion Itaimbezinho, estendendo-se por cerca de 5.800 metros com uma largura máxima de 2.000 metros, onde as paredes erguem-se a uma altura máxima de 720 metros, é o lugar pra quem usa botas de aventura. Localizado entre as cidades de Cambará do Sul e Praia Grande, é considerado o mais famoso dos cânions da região dos Aparados da Serra.
Trilhas e cachoeiras é o que não falta! A Trilha do Vértice, de onde se depara com a Cascata das Andorinhas se despencando de uma altura de 700 metros em direção ao fundo do cânion, é uma das opções. Ou a Trilha do Rio do Boi, fazendo você se sentir submerso no abismo das grandes paredes do cânion.
Agora, se deseja sentir-se sobre ele e ter aquela rara auto confiança e coragem que o opressor ambiente urbano sem horizontes nos tira, faça a Trilha do Cotovelo durante 3 horas para chegar até um mirante que proporciona, talvez, a mais bela visão do cânion.